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Data da viagem: 6 de novembro – 8 de novembro de 2011

Interlaken é linda. Ao sair da estação e dar de cara com as montanhas que a rodeiam e o azul do rio, qualquer um deixa o queixo cair. Além de ser porta principal de saída para o Jungfrau (de trem), conhecido como o “Topo da Europa”, a cidade é toda voltada para um turismo de aventura tendo vários albergues projetados para reunir entusiastas de todos os cantos do mundo e agências especializadas pelas ruas também. Os esportes mais procurados no verão são trilha, escalada, salto de pára-quedas, rafting e canoagem. Claro que você pode sempre alugar uma bicicleta ou cavalo e ir visitar as cidades vizinhas de Bönigen (20 minutos) e Wilderswill (10 minutos) por exemplo. No inverno, a pedida é ski ou snowboard.

Interlaken tem duas estações de trem: Interlaken Ost e Interlaken West, uma em cada ponta da pequena cidade. Escolher a melhor estação para descer depende de qual está mais próxima da sua acomodação. Há trens constantemente ligando uma à outra, portanto não se preocupe se seu trem chegar na estação mais distante, basta fazer uma conexão.

Tanto hotéis como albergues fornecem ao hóspede um passe gratuito para o transporte público da cidade, mas dificilmente você precisará dele. A cidade pode ser atravessada a pé em meia hora.

Comer em Interlaken é, por incrível que pareça, mais barato que a grande maioria das cidades suíças. Se você está pensando em aproveitar um fondue, não saia sozinho: há um mínimo de duas pessoas para servir este prato em todos os restaurantes.

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Data da viagem: 07 de janeiro – 09 de janeiro de 2008

Zimbábue é um lugar ainda muito complicado, mas em Victoria Falls a situação é muito mais amena. Lá você terá muita dificuldade em comprar comida e a inflação é a pior do mundo. Caso tenha que despachar sua mala de qualquer jeito, leve mudas de roupa e coisas essenciais na bagagem de mão porque metade das malas se perdem no caminho misteriosamente.

O visto para nós brasileiros é comprado na entrada do país por 30 dólares americanos e fora isso, todo preço de qualquer coisa é negociável. O aeroporto fica meio longe da cidade, então você terá que tomar um táxi mesmo que sai mais ou menos pelo preço do visto. Ah, não se dê o trabalho de trocar seus dólares aqui porque senão você vai ter que andar com uma mala de dinheiro para comprar um simples sanduiche (isso se tiver sanduiche na lanchonete).

O clima da cidade é muito legal, eu nunca tinha visto nada assim. Babuínos pulam de telhado em telhado e roubam sacolas de papel da sua mão. À noite parecem monstros de olhos vermelhos que vivem nos telhados. Assustador. E dependendo da época do ano é possível cruzar com elefantes na rua… O Zimbábue tem mais elefantes do que pessoas brancas e hoje existe uma política para diminuir sua população.

No centro você vai ver muitas lojas falidas, supermercados de prateleiras vazias, preços astronômicos (quando eu fui uma lata de molho de tomate custava 10 dólares americanos) e nada de pão porque não se produz mais no país. Também poderá ver diversas agências de viagem, todas vendendo os mesmos passeios pelo mesmo preço. É possível fazer várias combinações de passeios e cada uma tem um preço diferente, mas os principais passeios são: bungee jump, tirolesa, safari de elefante (você montado no elefante), rafting, passeio de helicóptero, experiência com leões, entre outros. O safari de elefante é meio pobre porque quase não tem mais bichos no Zimbábue (eles ou fugiram ou foram comidos) além de outros elefantes, mas vale a pena porque você tem a chance de andar de elefante, o que é muito legal! Depois do passeio você pode tirar fotos também fazendo carinho em sua montaria, aquela coisa toda. Agora o rafting é IMPERDÍVEL! Primeiro de tudo que é no Zambezi River, o rio mais perigoso do mundo, segundo que é realmente o máximo, uma das paisagens mais lindas que já vi! É bom demais mesmo, algo que não se traduz em imagens, tem que ir lá!!!! E é seguro porque te uns caiaques de segurança que vão seguindo os botes para salvar alguém que possa cair (tipo eu) e muita gente cai já que é a corredeira mais difícil do planeta, né.

No final tem uma trilhinha pesadinha para subir uma encosta carregando os remos, mas é fazível. Aqui tudo vale a pena! Outra coisa boa é que tanto no passeio de elefante quanto no rafting tem almoço no final, o que é ótimo porque você não vai precisar lutar para encontrar o que comer na cidade.

Fora estes passeios, existe o Parque Nacional. Ele está muito abandonado, denro não há serviço algum e a entrada é uma facada de vinte dólares americanos. De lá é possível ver as cataratas de maior volume d’água do mundo de pertinho. Vale a pena neste sentido. Outra vista legal é da ponte que faz fronteira com a Zambia.

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