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Arquivo da categoria ‘suíça.’

Data da viagem: 6 de novembro – 8 de novembro de 2011

Interlaken é linda. Ao sair da estação e dar de cara com as montanhas que a rodeiam e o azul do rio, qualquer um deixa o queixo cair. Além de ser porta principal de saída para o Jungfrau (de trem), conhecido como o “Topo da Europa”, a cidade é toda voltada para um turismo de aventura tendo vários albergues projetados para reunir entusiastas de todos os cantos do mundo e agências especializadas pelas ruas também. Os esportes mais procurados no verão são trilha, escalada, salto de pára-quedas, rafting e canoagem. Claro que você pode sempre alugar uma bicicleta ou cavalo e ir visitar as cidades vizinhas de Bönigen (20 minutos) e Wilderswill (10 minutos) por exemplo. No inverno, a pedida é ski ou snowboard.

Interlaken tem duas estações de trem: Interlaken Ost e Interlaken West, uma em cada ponta da pequena cidade. Escolher a melhor estação para descer depende de qual está mais próxima da sua acomodação. Há trens constantemente ligando uma à outra, portanto não se preocupe se seu trem chegar na estação mais distante, basta fazer uma conexão.

Tanto hotéis como albergues fornecem ao hóspede um passe gratuito para o transporte público da cidade, mas dificilmente você precisará dele. A cidade pode ser atravessada a pé em meia hora.

Comer em Interlaken é, por incrível que pareça, mais barato que a grande maioria das cidades suíças. Se você está pensando em aproveitar um fondue, não saia sozinho: há um mínimo de duas pessoas para servir este prato em todos os restaurantes.

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Data da viagem: 2 de novembro – 4 de novembro de 2011

Zurique é a maior cidade da Suíça, mas não se engane: isso tem muito mais a ver com o fato de ser a capital dos bancos do que por possuir uma intensa movimentação turística. A pesar deste cenário, Zurique tem duas grandes universidades que passam a criar uma movimentada vida noturna.

Com a revitalização do antigo bairro vermelho próximo a estação de trem, agora é possível encontrar ali uma diversidade infinita de bares, música ao vivo e casas noturnas, especialmente na Langstrasse. Não é necessário utilizar o transporte público para circular por Zurique: tudo é tão pertinho e agradável que nem vale a pena.

Durante o dia vale conferir a Grossmünster (catedral) e subir seus 187 degraus até o topo (CHF 4) onde é possível ter uma vista panorâmica da cidade. De resto, vale a pena flanar o dia todo pelas ruelas da cidade, especialmente as que sobem a montanha. dá para começar pela Augustinergasse e ir se perdendo por lá.

A Suíça em geral não é o melhor lugar para fazer compras devido aos seus altos preços, mas para tais fins a Bahnhofstrasse oferece todas as grandes marcas: tanto as populares como H&M, quanto as mais caras como a Louis Vuitton. Nas proximidades da mesma rua é fácil encontrar diversas lojas (multimarcas e grandes marcas) de esportes de aventura.

Para uma deliciosa e inesquecível refeição vegetariana não deixe de ir no caríssimo a quilo (CHF45/kg) Hiltl bem no centro da cidade também com diversas opções vegans. Mesmo sendo um restaurante vegetariano, o Hiltl também atrai vários não-vegetarianos por ser tão delicioso.

Há uma Ghost Walk (em inglês) na cidade que acontece às quintas e sextas de fevereiro a maio e de agosto a novembro às 20h saindo da Paradeplatz por CHF15, mas eu não fiz então não sei se é realmente boa ou não.

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Data da viagem: 21 de setembro – 22 de setembro de 2011

Não bastasse estar na Suíça, um país conhecido por ser multi cultural, Basel (ou Bâle, em francês) ainda faz fronteira com a França e a Alemanha. A língua oficial da cidade é o alemão (mais compreensível que o alemão do resto da Suíça para aqueles que estão acostumados com o alemão da Alemanha), mas por estar tão próxima a França, todo mundo fala francês também.

A primeira coisa que o turista deve entender sobre Basel é o funcionamento das estações de trem da cidade. Existem três: a SBB, que atende majoritariamente os trens suíços; a SNCF, que atende principalmente os trens vindos da França; e a Badischer Bahnhof atendendo os trens vindos da Alemanha. Esta última fica mais afastada do centro da cidade e do outro lado do rio em relação as outras duas. A SNCF e a SBB ficam uma ao lado da outra e estão conectadas por um corredor interno.

Dentro da cidade a locomoção é basicamente feita por tram, que você não precisará pagar se estiver hospedado em um albergue ou hotel. É que a rede hoteleira da cidade dá gratuitamente a seus hóspedes (com apoio da cidade, é claro) um passe para o transporte público válido pelo período da hospedagem.

A atração principal de Basel são seus museus, galerias e construções. A cidade respira arte e arquitetura e aqui todos sabem bem ou de um ou do outro assunto. Os principais museus da cidade são o Museum Tinguely (arte moderna e contemporânea), o Kunstmuseum (arte clássica com diversas obras de artistas famosos como Picasso, Monet, Renoir, Matisse, Degas, Kadinsky, Rothko, Rembrandt e outros mais) e a Fondation Beyeler (artes clássicas).

Para os apaixonados por arquitetura, no centro de informações e nos hotéis é possível pegar gratuitamente uma brochura com mapa e três possíveis tours a pé que passam pelas principais construções da cidade, cada um focando mais em um diferente tema dentro da arquitetura. Porém, imperdível mesmo é visitar a fábrica Vitra que foi toda construída por diferentes arquitetos de todo o mundo, incluindo Frank Gehry, Herzog & de Meuron, Zaha Hadid e outros (para mais informações sobre as construções, clique aqui). Tecnicamente ela fica na Alemanha, na cidade de Weil am Rhein, mas é facilmente alcançável a partir de Basel no ônibus 55 que sai da frente da estação de trem alemã, mas atenção: como é um ônibus que entra em território alemão, seu passe grátis para a cidade não funciona aqui, apenas dá um desconto no bilhete que pode ser comprado com o motorista. O preço do ônibus é em euros e sai por EUR2,90 o preço integral e EUR2,20 com o desconto apenas uma perna. A visita guiada pelos prédios do Vitra custa EUR10,50 e, caso queira ver também a exposição temporária no museu de design do complexo, o bilhete combinado sai por EUR14,50. É bom lembrar que não é possível visitar os prédios fora do tour. Os tours em inglês são diários às 12h e às 14h e em alemão às 11h, 13h e 15h. Também é possível fazer os tours em outras línguas, mas é necessário agendar antes.

No mais, apenas vagar pelo centro de Basel é uma delícia. Comece pela Marktplatz e se perca pelas ruelas ao redor. Caso queira, a cidade é toda marcada por placas que seguem cinco diferentes tipos de tour a pé, cada um com um tema diferente, dependendo do seu interesse. Um mapa destes tours independentes pode ser adquirido gratuitamente no centro de informações. Outra opção também é baixar o iGuide da cidade na Apple Store ou alugar um no centro de informações por CHF15,00 por 4 horas ou CHF22,00 pelo dia todo.

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